Homem com mandado de prisão em aberto é detido após resistir à abordagem policial em Guajará-Mirim




Na manhã desta quarta-feira (18), a Polícia Militar prendeu um homem que possuía mandado de prisão em aberto após ele resistir à abordagem durante patrulhamento ostensivo no bairro São José, em Guajará-Mirim.


Segundo informações do boletim policial, a guarnição avistou um indivíduo que, ao perceber a aproximação da viatura, mudou repentinamente de direção e colocou um objeto na boca, levantando fundada suspeita. Durante a abordagem, nada de ilícito foi encontrado na busca pessoal, e o homem se identificou pelas iniciais J.F.A.


Questionado sobre o objeto que havia colocado na boca, o suspeito passou a forçar a deglutição, desobedecendo às ordens legais para que o cuspisse. Em consulta nominal ao sistema, foi constatado que havia contra ele um mandado de prisão em aberto, válido até novembro de 2030, expedido pela 1ª Vara Criminal de Guajará-Mirim.


Ao receber voz de prisão, o indivíduo fugiu a pé em direção a um imóvel na Rua 8 de Dezembro, sendo alcançado nos fundos da residência. Conforme o registro, ele apresentou resistência ativa, entrando em confronto físico com os policiais e afirmando que não se entregaria.


Durante a ação, familiares do suspeito se aproximaram do local em estado de exaltação, hostilizando a guarnição e desobedecendo às ordens de afastamento. Em determinado momento, a genitora do conduzido posicionou-se entre os policiais e o homem, o que facilitou nova tentativa de fuga para o interior do imóvel.


O indivíduo foi novamente alcançado pelos policiais, sendo necessário o uso progressivo da força, com técnicas de imobilização, algemação e aplicação de agente químico (spray OC). Persistindo a resistência e tentativa de luta corporal, foi efetuado um disparo de elastômero na região dorsal, medida considerada proporcional para cessar a agressão. Após isso, o suspeito foi contido e algemado, ainda apresentando resistência passiva ao ser colocado na viatura.


J.F.A. foi conduzido à Delegacia Regional de Polícia Civil (DRPC), onde teve a voz de prisão ratificada, sendo-lhe garantidos seus direitos constitucionais e apresentada a ocorrência à autoridade competente.


Fonte: Hashtag24horas