Caso que deixou quatro mortos volta ao centro das atenções e reacende
clamor por justiça na cidade
Guajará-Mirim amanhece sob forte expectativa
nesta segunda-feira, 04 de maio de 2026, com o início do
julgamento de Tanus dos Santos pelo Tribunal do Júri. A sessão está
marcada para às
8h, no Fórum Nelson Hungria, e deve ocorrer
mesmo com o acusado permanecendo foragido há anos.
O crime, que ficou conhecido como a “Chacina que
abalou Guajará-Mirim”, deixou quatro vítimas fatais
e marcou profundamente a história recente do município. O julgamento reacende
memórias dolorosas e mobiliza familiares, amigos e a população, que cobram respostas
e justiça.
A ausência do réu no banco dos réus chama
atenção e aumenta a indignação popular, mas, conforme a legislação brasileira,
o julgamento pode prosseguir mesmo sem sua presença, dentro dos trâmites do
Tribunal do Júri.
DIA DECISIVO
O clima é de tensão e expectativa em frente ao
fórum, onde deve haver grande movimentação ao longo do dia. Para muitos, o
julgamento representa não apenas um passo jurídico, mas um momento simbólico de
enfrentamento da impunidade.
A cidade acompanha de perto cada desdobramento
de um dos casos mais impactantes de sua história recente.
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